• Seu calendário 2017 para imprimir

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    O ano começou e com ele fomos organizando o que vem por aí. Claro que fica tudo mais gostoso quando a gente tem na mão um calendário bonito, alegre, cheio de mensagens interessantes e que, ainda por cima, é feito com as ilustrações dos nossos livros!

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    Gostou?

    Pois foi pensando em você que resolvemos transformar nosso produto interno em uma publicação online e gratuita. Esperamos que depois de imprimir as páginas neste link seu 2017 seja preenchido com lembranças, memórias, tarefas, datas e assuntos especiais e inspiradores!

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  • Especial para voltar às aulas

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    Já começamos a "preparar a mochila" de 2017, e você? Tem Brinque-Book e Escarlate na sua lista?

    Pois então saiba que, como sempre, você encontra a gente nas melhores livrarias (físicas e online) e distribuidores do Brasil!

    Clique aqui e aqui para ver a relação dos nossos parceiros na sua cidade.

    Aproveitamos para dizer que nossos títulos também podem ser consultados e adquiridos na nossa livraria virtual. E que nas compras acima de R$ 150, se a encomenda tiver até dois quilos, o frete é grátis para todo o País!

    Tem dúvidas? Precisa de ajuda? Criamos dois canais exclusivos para falar com você. Basta ligar para (11) 3032-7603 ou enviar um email: atendimento@brinquebook.com.br

    Estamos aqui para ajudá-lo nesse período e fazer do seu 2017 um ano cheio de histórias!

  • Obrigada e até 2017!

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    Mais um ano e que estivemos juntos na Brinque-Book e na Escarlate, nosso selo juvenil que também está crescendo.

    Teve livro finalista do Jabuti em Ilustração Infantil, Seleção Cátedra, novidades e lançamentos de encher o coração e as salas de aula. Histórias de amigo imaginário, de geografia, sertão, Brasil, lobo, enigmas e princesa africana.

    Teve Bienal do Livro em SP, FNLIJ no Rio, Brinque Friday, novos parceiros, mais de 122 mil amigos no Facebook e vários outros no nosso Instagram, que, aliás, está cheio de depoimentos espontâneos e carinhosos de famílias e professores!

    Só podemos agradecer a você pelo carinho e confiança no nosso trabalho. E desejar Boas Festas e uma volta linda para que o ano que chega seja ainda mais especial.

    Obrigada e que venha 2017! Voltamos dia 9 de janeiro, quando nossa livraria virtual também será reativada.

    Boas Festas e não se esqueça de colocar um livro na mala, hein?

  • Kalinda na respeitada "Seleção Cátedra 10"

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    "Kalinda, a princesa que perdeu os cabelos e outras histórias africanas" recebeu o selo Seleção Cátedra 10 (Qualidade em LIJ), junto com outras 20 obras.

    A SELEÇÃO CÁTEDRA 10 é um prêmio muito respeitado. Sendo assim, estamos honrados e felizes em fazer parte dessa seleção que "indica obras com valor literário, plástico e editorial, considerando temas e gêneros diversos, sem designação por categorias ou faixas etárias, mas atenta, sobretudo, à qualidade artística do diálogo texto/imagem, que torna o livro infantil e juvenil um artefato original indispensável para arte-educação."

    Kalinda, a princesa que perdeu os cabelos, e outras histórias africanas, é o primeiro título de Celso Sisto na Escarlate. Neste surpreendente livro, o leitor poderá conhecer diversos contos do continente africano e poderá explorar a riqueza da cultura dos diferentes povos que lá vivem.

    “Os contos populares africanos me devolvem as raízes do mundo. E trazem (imaginariamente) as vozes ancestrais para sussurrarem nos meus ouvidos", diz o autor.

    uer saber mais sobre o livro? Clique aqui.

  • Neste Natal, faça uma árvore de livros com nossa lista especial!

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    Fim de ano também é aquele período em que temos um tempinho extra para ler ainda mais com as nossas crianças! Que delícia!

    E livro, você bem sabe, é aquele presente gostoso que sempre traz uma surpresa, uma emoção, uma aventura e tantas possibilidades de fazer com que a gente possa viajar sem sair do lugar.

    Não é por que trabalhamos com livros que amamos cada parte deles, mas o contrário: amamos tanto os livros, que escolhemos um jeito de estar perto deles o dia inteiro!

    Pensando nisso e no que queremos transmitir aos nossos amigos no fim do ano, preparamos uma lista especial com os nossos livros favoritos: as coleções que as crianças amam e alguns dos nossos clássicos.

    Espie aqui nesta página e transforme sua casa em um lugar ainda mais especial.

    Neste Natal, faça uma árvore de livros!

  • Volta às aulas com frete grátis!

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    Falta pouco para começarmos a "preparar a mochila" de 2017. Tem Brinque-Book e Escarlate na sua lista?

    Pois então saiba que, como sempre, você encontra a gente nas melhores livrarias (físicas e online) e distribuidores do Brasil!

    Clique aqui e aqui para ver a relação dos nossos parceiros na sua cidade.

    Aproveitamos para dizer que nossos títulos também podem ser consultados e adquiridos na nossa livraria virtual. E que nas compras acima de R$ 150, se a encomenda tiver até dois quilos, o frete é grátis para todo o País!

    Tem dúvidas? Precisa de ajuda? Criamos dois canais exclusivos para falar com você. Basta ligar para (11) 3032-7603 ou enviar um email: atendimento@brinquebook.com.br

    Estamos aqui para ajudá-lo nesse período e fazer do seu 2017 um ano cheio de histórias! 

  • Neste Natal, escolha os livros do seu Clube

    Leitor de verdade não apenas ama ler, como ama também presentear os amigos (e a si mesmo, claro) com livros. Dar livros de presente significa muitas coisas, pois a leitura é recheada de emoções que sentimos e queremos compartilhar, e muitas vezes sabemos perfeitamente qual personagem vai agradar tal pessoa, que tipo de história tem mais a ver com ela, qual tema não sai da cabeça dela e por aí vai.

    Neste Natal, resolvemos adaptar algumas condições do nosso Clube de Assinaturas para oferecer a oportunidade de escolher, dentro de uma lista estabelecida, quais livros você quer ter ou presentear a alguém.

    Para saber mais, bolamos abaixo um jogo rápido de perguntas e respostas. Mas corra porque a ação só é válida para os pedidos realizados até 15 de dezembro. Afinal, estamos falando de presente de Natal e só assim para dar tempo do Papai Noel da Brinque-Book fazer as entregas, não é mesmo? =]

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    que é o Clube de Assinaturas da Brinque-Book?

    Um programa em que o assinante escolhe um plano e recebe uma seleção de livros em casa todo mês. As propostas são divididas por faixa etária e cada plano dura de três meses a um ano.

    e já existe um programa fixo, qual a vantagem de assinar até o dia 15 de dezembro?

    Diferente do programa fixo, nessa ação de Natal você vai poder escolher, dentro de uma lista feita por nossa equipe editorial, seis livros você quer.

    o que mais?

    No Clube de Assinaturas, recebemos os novos assinantes até o dia 20 de todo mês, para que os kits comecem a ser entregues no mês seguinte. Agora, se você fizer um plano de no mínimo três meses, até o dia 15 de dezembro, sua primeira entrega será feita antes do Natal! Quer presente melhor?

    Quer dizer que se eu fizer um plano de no mínimo três meses, por exemplo, até o dia 15 de dezembro, vou poder escolher seis livros de uma lista determinada? E a cada mês eu vou receber dois livros?

    Isso mesmo! Mas você também pode fazer a assinatura semestral ou anual!

    E quais são as outras vantagens do Clube de Assinaturas Brinque-Book?

    Além do frete grátis e da comodidade de receber em casa uma seleção de livros por idade, essa ação contínua também ajuda na formação do hábito leitor. Sabemos que toda a família espera ansiosa pelos livros! Além disso, nas assinaturas de seis meses e um ano, há desconto de 20% para as demais compras realizadas no nosso site; além de 5% de desconto na renovação do seu plano.

    Posso fazer para mim e também dar de presente?

    Sim! Você pode escolher um plano para sua família ou para dar de presente. Ao realizar a assinatura, escreva uma mensagem personalizada para o pequeno leitor que receberá essa surpresa estimulante!

    Clique para saber mais e fazer parte do nosso Clube!

  • Quem está na escuta?

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    A plataforma colaborativa Mapa da Infância Brasileira (MIB) acaba de lançar uma publicação virtual, que pode ser baixada gratuitamente! Quem está na escuta? reúne artigos de pesquisadores que atuam em diferentes áreas.

    "Quem abre a discussão, numa entrevista exclusiva, é Manuel Jacinto Sarmento, professor em Sociologia da Infância da Universidade do Minho, de Portugal. Ele trata da participação infantil na cidade e da representação da infância nos dias de hoje no texto intitulado Retrato em positivo. Para Sarmento, é urgente estabelecer uma relação recíproca, de fala e de escuta, entre adultos e crianças", diz o texto de apresentação, no site.

    A importância em ouvir, observar e dialogar com o universo da criança é um caminho único e maravilhoso, em casa e na escola. Para a educadora e antropóloga Adriana Friedmann, idealizadora do Mapa da Infância Brasileira, "escutar as crianças é como fazer uma viagem ao território da infância. No percurso pelos universos infantis, o viajante descobre diversidade de linguagens, costumes, sabores, cheiros, músicas, danças, brincadeiras, histórias e paisagens. Assim, ao escutar e descobrir o que as crianças têm a dizer, novos mundos e repertórios descortinam-se à frente do adulto."

    Vários outros textos muito interessantes compõem esse material tão rico e, ao mesmo tempo, poético. Afinal, as narrativas da infância traçam rotas, brincadeiras, fontes de inspiração e diversas iniciativas em todo o Brasil.

    Quer saber mais? Clique aqui para ver o material no Mapa da Infância Brasileira, e aqui se quiser ir direto à publicação.

  • Inspirado pela prosa e poesia, o autor britânico A.F. Harrold comemora o sucesso de Os Imaginários

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    A.F. Harrold, poeta britânico e mestre das palavras para crianças e jovens, se sente ‘honrado e assustado’ pela chegada ao Brasil de Os Imaginários, pela editora Escarlate. O livro é vencedor do UKLA Book Awards (Associação Literária do Reino Unido), em 2016, com júri formado exclusivamente por professores, na categoria de leitura indicada a alunos de 7 a 11 anos.

    Em entrevista ao blog da Brinque-Book, Harrold conta como teve a ideia de contar uma história tão fabulosa sobre um assunto já conhecido, que é ter um amigo invisível. “Estou muito animado para ver a edição brasileira e não conseguir entender uma palavra sequer”, disse o inglês, em tom de brincadeira.

    Quais foram as primeiras faíscas que levaram você a criar essa história?

    A história começou com uma imagem que apareceu na minha cabeça, a imagem de um amigo imaginário abandonado na beira de uma estrada depois de um acidente ter matado seu amigo real. A questão é: como você sobrevive se você é imaginário e a pessoa que imagina você se foi? A história deveria ter começado assim, mas quando chegou a hora de escrever as coisas mudaram, claro, e a história se esticou para frente e para trás sobre os amigos reais e imaginários.

    Você poderia explicar o processo criativo para a construção dos personagens Amanda e Rodger?

    É questão de sentar e escrever. É assim que eu conheço eles e aprendo sobre eles. A primeira cena que escrevi foi a cena em que Amanda chega em casa e tem nós em seus cadarços. Eu não sabia nada sobre ela quando escrevi isso, e então ela entrou no quarto e se sentou em sua cama e lidou com os cadarços de uma maneira que só a a Amanda faria e depois teve uma conversa com a mãe de uma maneira que só Amanda teria… e eu fiquei assistindo isso se desdobrar, como se estivesse assistindo a uma peça e conhecendo os personagens. A mesma coisa aconteceu com o Sr. Tordo. Até que a porta da frente estivesse aberta e Amanda o visse na entrada, eu não sabia de nada. Essa é talvez a minha coisa favorita sobre escrever livros: conhecer os personagens.

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    Ainda sobre os personagens, aquilo que aconteceu com Sr. Tordo foi perfeito. Você já sabia como essa história iria terminar ou foi uma surpresa pra você também?

    Na verdade eu não me lembro. Tenho a sensação de que o que acontece com ele sempre foi planejado (pelo menos do ponto em que eu sabia que algo iria acontecer), mas mudou como o livro acabou terminando. Lembro de pelo menos uma versão diferente daquela cena que está no livro.

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    Como foi ver as ilustrações de Emily Gravett para a sua história?

    Isso foi incrível. Fui tão sortudo. Quando me disseram que Emily faria o livro, não sabia o que esperar porque ela nunca tinha ilustrado um livro com capítulos antes, somente seus livros ilustrados. Mas assim que eu vi as amostras que ela fez para a Bloomsbury [editora britânica que lançou o livro] eu sabia que estávamos diante de uma vencedora. Ela ‘sacou’ o livro, ela entendeu o livro e amou o livro, e toda vez que me mandavam mais imagens eu ficava deliciado. Eu não sabia que os personagens eram daquele jeito, ou o mundo, e foi uma alegria ter meus olhos abertos.

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    O humor é uma extensão da sua personalidade? E as partes assustadoras, onde você achou inspiração?

    Escrevi o livro e parte dele era engraçado, parte era assustadora, parte era sentimental e um pouco nada disso tudo aí. Era o jeito que deveria ser. Os livros que escrevi antes deste, os três primeiros da série Fizzlebert Strump, eram comédias, e quando me deram a oportunidade de escrever algo diferente, deu nisso. Foi uma chance de ser mais emotivo, mais sério, um pouco mais longo e completamente diferente. Eu não planejei assim, mas foi o que aconteceu!

    Como sua poesia aparece na sua prosa?

    Acho que escrever poesia durante 20 anos antes de começar a escrever para crianças foi na verdade ótimo e útil. Poesia é sobre cortar as palavras ao mínimo necessário, cortar o excesso inútil, chegar ao coração do tema, aparar e aparar até que tudo o que você tem não pode mais ser reduzido. E escrever para crianças é o mesmo – você tem que dar conta disso, jogar fora toda a parte chata, aparar. Essa é a diferença entre escrever para adultos e crianças, eu acho, adultos precisam de mais detalhes sobre a beleza das flores na primavera e o que elas significam e como elas afetaram os romanos quando eles moraram aqui e qual pássaro está cantando e como ele canta uma semana antes do dia do aniversário do vovô por conta do aquecimento global e, e, e… com as crianças é preciso ir direto ao ponto!

    O que lhe inspirou a se tornar um autor?

    A preguiça. Eu tive um trabalho por um tempo, em que eu tinha que acordar toda manhã e trabalhar para alguém e fazer o que me mandavam fazer. Virou uma rotina chata por um tempo. Escrever ajuda você a criar seu próprio cronograma.

    Como você se sente ao ganhar novos leitores no Brasil? =)

    Eu me sinto honrado e espantado e que essa história esteja alcançando novos leitores, não somente no Brasil, mas também em todo o mundo em diferentes idiomas. Estou muito animado para ver a edição brasileira e não conseguir entender uma palavra sequer. Eu gostaria de agradecer à Brinque-Book por gostar do livro o suficiente para publicá-lo no Brasil, mas também gostaria de agradecer especialmente ao tradutor Alexandre Boide, que gastou horas e horas para escrever a minha história em português.

    Em sala de aula

    Esta história permite trabalhar temas como amizade, imaginação/amigo imaginário e identidade.

    O livro permite abordar diversos temas, por exemplo: boa parte das brincadeiras de Amanda e Rodger envolve usar a imaginação para criar aventuras. Discuta com os alunos se eles também tinham brincadeiras assim e faça uma lista relacionando-as.

    A amizade também tem papel importante na narrativa: o livro contrapõe constantemente a amizade de Amanda e Rodger com seus amigos da escola, Vicente e Júlia. Converse com os alunos sobre como essas duas amizades se opõem e o que significa ser um bom amigo. Peça que eles escrevam uma redação sobre o tema.

    Saiba mais

    Os Imaginários

    Autor: A. F. Harrold

    lustração: Emily Gravett

    radução: Alexandre Boide

    Formato: 15 x 19,8 x 2,1 cm

    úmero de páginas: 240

    ecomendação: a partir de 8 anos

    Sobre os autores e o tradutor

    F. Harrold é um poeta e autor inglês e é o dono de muitos livros, alguns chapéus e uma barba. Ele passa seu tempo livre se exibindo no palco, em escolas ou em casa, e seu tempo não livre sentado acariciando sua barba e escrevendo. Ele vive em Reading, Reino Unido, com sua companheira e dois gatos.

    Emily Gravett nasceu em Brighton, Reino Unido. Ela venceu o Prêmio Macmillan para Ilustração com Wolves em agosto de 2005, vencendo diversos prêmios e iniciando uma carreira internacional de sucesso. Ela vive em Brighton com seu companheiro, sua filha e dois ratos.

    Alexandre Boide nasceu em 1979, em São Paulo. Trabalha no mercado editorial desde 2003. Em 2009, começou a atuar como tradutor freelance dedicado especialmente a álbuns de quadrinhos e séries de livros para o público infantojuvenil.

  • Brinque-Book na "Black Friday"

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    Está chegando a tão esperada data!

    De 22 a 25 de novembro, todos os nossos livros estarão com 40% de desconto aqui no nosso site!

    Basta clicar aqui, durante os quatros dias de "festa", e conferir nossos títulos.

    Boa leitura e uma biblioteca bem linda na sua casa! =]

  • Brinque-Book e Escarlate em SP e no Rio

    Novembro é um mês agitado para nós. O que é ótimo, pois além de nos encontrarmos aqui no site e nas nossas redes sociais, as chances de nos vermos pessoalmente aumentam! <3

    Quem é de São Paulo, sabe: tem Festa do Livro da USP chegando e todos os nossos livros levados para lá estarão com 50% de desconto!

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    Além disso, amigas e amigos do Rio, já coloquem na agenda esses dois eventos abaixo! Esperamos vocês!

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    Venham nos visitar e compartilhem com os amigos essa delícia que é fazer passeios literários.

  • Tapajós é finalista no Jabuti 2016

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    Estamos muito felizes! Tapajós, livro do autor Fernando Vilela, acaba de ser nomeado como um dos finalistas da 58a. edição do Prêmio Jabuti, na categoria Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil. O resultado será divulgado no dia 24 de novembro.

    Tapajós é uma experiência poética sobre a vida nas zonas ribeirinhas, e também uma aventura visual sobre estilo de vida, costumes, animais, relação com a natureza e geografia.

    Cauã e Inauê vivem às margens do Jari, um pequeno canal que liga o rio Amazonas ao rio Tapajós, no estado do Pará. Os irmãos vivem em uma casa simples, de palafitas, com os pais e Titi, o jabuti de estimação da família. Mas o personagem principal do livro é, na verdade, o próprio cenário da pequena vila, que é de encher os olhos.

    Para o blog da Brinque-Book, Vilela contou como sua viagem para Alter do Chão o inspirou a contar essa história. Falou do que viu ali, do dia a dia das crianças e de como foi lindo conhecer uma escola que valoriza as tradições.

    A vocês, uma ótima leitura!

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    Brinque-Book: De que forma sua viagem ao Alter do Chão o inspirou a criar essa história? O que você viu ali e resolver trazer para o livro?

    Fernando Vilela: Estive lá no primeiro semestre de 2006, época da cheia, depois de ter chovido por muito tempo. Conhecemos o Rui, um barqueiro que nos levou para conhecer as ilhas. Era impressionante. Vimos o Canal do Jari e alguns igapós, que são florestas inundadas até chegar nessa vila fantasma, de onde as pessoas haviam se mudado.

    Me inspirei muito na paisagem, na natureza e nos bichos que vi na viagem. Todas as imagens que aparecem no livro foram vivenciadas por mim.

    Retratar as famílias ribeirinhas é também mostrar às crianças que vivem nas grandes cidades de outros Estados um outro Brasil, algo que elas talvez desconheçam. Você imagina que esse livro também tem esse papel?

    De fato nós conhecemos muito pouco do nosso País. E sobre essas vilas mais isoladas onde só chegamos por avião, não há muita informação disponível mesmo.

    Esse livro ilustrado eu imaginei com a função de ser uma releitura ou experiência poética, que conta como vive uma família, o dia a dia do lugar, as crianças indo para a escola... Essa história acaba trazendo essa informação que a criança da cidade muitas vezes não tem.

    Além disso, acho importante poetizar essa natureza amazônica e então depois conhecê-la. Eu mesmo, aos 22 anos, quando resolvi conhece o Acre, já tinha visto tanta imagem sobre o lugar que aquilo acabou me inspirando a ter vontade de conhecê-lo.

    Como foi feita a escolha da técnica e cores para ilustrar a história?

    Na linguagem que escolho trabalhar, misturo muito a gravura com desenho e pintura. Depois, no computador, eu trabalho as cores, fazendo com que eu tenha controle total do resultado delas no impresso. O fato de eu ser artista gráfico e gravurista faz com que eu possa juntar isso. Eu penso o livro como gravura e gosto de linguagens que me dão liberdade na hora de criar.

    A escolha também parte muito da observação da realidade.

    Alguns leitores, ao conhecer o livro, pensaram que se tratava de uma história indígena. Você acredita que há similaridades entre a vida na zona ribeirinha e nas aldeias indígenas?

    Sim, há similaridade, mas os ribeirinhos não vivem em aldeias nem se consideram indígenas.

    O que acontece é que podem estar nessas regiões muitos filhos de índios. As comunidades ribeirinhas ou muitas pessoas que foram morar na Amazônia aprenderam a viver com índios.

    Hábitos alimentares, técnica de pesca e até mesmo o vocabulário é parecido em alguns casos. Mas uma comunidade ribeirinha não é uma comunidade indígena.

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    No livro nós temos em primeiro plano esse trajeto da casa para a escola, passando pelo período da chuva, a vida no rio, o cotidiano. O que mais você pode observar em relação à vida das crianças que ali vivem?

    É um dia a dia de muita brincadeira. A escola, nesse caso, às vezes é um esforço, já que pode demorar até uma hora de barco no deslocamento.

    Convivi com crianças no Arquipélago de Bailique, na foz do Amazonas, e vi uma relação com a natureza muito intensa. São crianças como em qualquer lugar, mas com uma intimidade muito grande com o mato, com os bichos e com o que se come.

    A natureza é abundante e a floresta é perigosa. Mas os meninos, por exemplo, são pequenos adultos a partir dos oito anos.

    É interessante notar que ao mesmo tempo em que são muito soltas e livres, as crianças ali são muito experientes.

    Você conheceu alguma escola durante essa viagem? Se sim, como foi essa experiência?

    Conheci uma escola em Alter do Chão, mas estava vazia. Mas o Rui me contou como ela funcionava. Agora no Bailique eu conheci uma escola que se chama Escola-Bosque, que integra todo o conhecimento da floresta com o currículo do Ministério da Educação.

    Foi incrível ver como existem propostas educativas que valorizam e respeitam as histórias e as tradições.

    >> Clique aqui para ver o livro na nossa livraria virtual.

     

     

  • Mês dos Professores é celebrado com canal exclusivo no site da Brinque-Book

    Em homenagem aos professores, cujo Dia é comemorado no 15 de outubro, a Brinque-Book lança um canal exclusivo para quem trabalha com educação.

    Na aba "Educadores" do nosso site, estaremos ainda mais próximos e poderemos ajudar esses profissionais com tudo que diz respeito ao nosso acervo. Projetos literários, Biblioteca Digital, Efemérides e notícias sobre Educação são algumas de nossas seções.

    Além disso, todo professor interessado em nossos títulos poderá agendar uma visita com nossos consultores, através do site, e ainda fazer um cadastro que dá direito a 30% de desconto nas compras feitas com a gente.

    E não é só isso. Como valorizamos muito os educadores que transformam a vida de vida milhares de crianças, resolvemos criar, além do canal, uma singela homenagem feita de frases inspiradoras.

    Durante todo o mês, uma nova arte vai fazer parte dessa coleção, aqui neste post. É só visitar nosso site pela manhã para começar bem o dia.

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    Gostou das novidades? Visite nossa página no Facebook e compartilhe essas ideias usando as hashtags #MêsDosProfessores #BrinqueBook.

    Se quiser "levar" para os seus perfis as imagens que serão postadas aqui, diariamente, vá em frente! Vamos adorar saber que você também adora compartilhar inspiração por aí.

    Obrigada pela visita e volte sempre! =]

  • Outubro Rosa na Brinque-Book

    Nossa singela lembrança ao #OutubroRosa com capas do acervo Brinque-Book.

    Quer conhecer melhor essa seleção de títulos? É só clicar aqui e digitar o título do livro na busca por palavra-chave.

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  • Sorteio Brinque-Book no Facebook: ingressos para a Bienal do Livro de SP

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    Estamos sorteando três pares de ingressos para a 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 26 de agosto a 4 de setembro de 2016 no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Nesse período, os ingressos valem somente para os seguintes dias da semana: segunda, terça, quarta e quinta-feira.

    Serão três sorteados por dia, de hoje a 22 de agosto, e cada um ganhará um par. Ou seja: 15 sortudos serão premiados!

    O primeiro sorteio será realizado hoje, quinta-feira, às 17h, e os nomes dos três sorteados serão divulgados em seguida na nossa página do Facebook. Feito isso, os sorteados deverão entrar em contato por inbox (mensagem na nossa fanpage) para que possamos ter o endereço de entrega do prêmio.

    Para concorrer a um par de ingressos, compartilhe a imagem (em modo público) no seu perfil do Facebook e clique em "quero participar" aqui. Atenção: não esqueça de ler o regulamento antes!

    Ação válida para todo o Brasil, mas pedimos que só participe do sorteio quem souber que poderá comparecer. Lembramos que os ingressos são válidos somente para os seguintes dias da semana: segunda, terça, quarta e quinta-feira.

    O sorteio tem capacidade máxima diária de 200 participantes.

    Boa sorte e espalhe essa notícia linda! Vamos todos à Bienal do Livro de SP. Aliás, não deixe de visitar nosso estande no evento: J040. Esperamos vocês!

  • Educadores no Nordeste, queremos conhecer vocês!

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    Para trocar conhecimentos e inspirações com educadores e mediadores nesse processo lindo e desafiador que é promover o gosto pela literatura, a Brinque-Book (com o selo Escarlate) está realizando uma série de encontros em colégios de diferentes cidades.

    Com o Atendimento Personalizado a Educadores e nosso programa de Formação Brinque-Book para Professores, apresentamos os livros da Brinque-Book e da Escarlate e conversamos sobre iniciativas e formas novas de explorar textos e imagens. Exercícios, dinâmicas e propostas de contação de histórias fazem parte desta troca de conhecimentos.

    Assim, podemos ainda, através das escolas, ouvir o que as mães e os pais que acompanham nosso trabalho têm a dizer, além de abrir novos canais para que nossos livros cheguem mais facilmente em todo o Brasil - um pedido que costumamos receber, ainda que nossos distribuidores estejam nas principais capitais e nosso site já funcione com entregas em todo o País.

    Você é professor e tem interesse em conhecer nossa proposta? Escreva para divulgadornordeste@brinquebook.com.br e agende uma visita com a Alice, nossa consultora para a sua região. Já passamos por Teresina e Salvador, e agora nossa agenda segue assim:

    Aracaju: 25 e 26 de julho.

    aceió: 27 a 29 de julho.

    atal: 1 a 3 de agosto.

    ortaleza: 4 e 15 de agosto.

    E lembrando: no dia 5 de agosto, tem Café Brinque-Book com Patricia Auerbach. É educador e quer participar? Escreva para o email divulgacao2@brinquebook.com.br e aguarde a confirmação de nossa equipe.

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    Dúvidas ou sugestões? É só escrever: divulgadornordeste@brinquebook.com.br.

  • Férias Brinque-Book: 43 títulos com 40% de desconto!

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    Julho está chegando e com ele a tão esperada temporada: férias de inverno!

    Para animar o mês, que tal viajar com nossas histórias? Além de colocar um livro na mala e garantir uma ótima companhia por aí, você também pode simplesmente viajar no sofá de casa - com nosso mundo mágico, às vezes nem é preciso sair do lugar para visitar mundos distantes.

    Na promoção #FériasBrinqueBook, 43 títulos estão com 40% de desconto no nosso site.

    Quer saber mais? Clique aqui e vá direto para a página da promoção para conhecer os livros.

    Divirta-se muito!

  • Propostas literárias: um recurso potente para a sala de aula

    Para a linguista Ana Lúcia Micheli, a cultura e a arte alimentam a alma e proporcionam sonhos para aguentar a dura realidade. Foi de sua experiência pessoal que nasceu essa convicção, mais tarde sua escolha de vida.

    Apesar de tantas dificuldades, em sua casa nunca faltou livros e o estímulo dos pais. “Lia de tudo: enciclopédias, dicionários, livros técnicos, apesar de que na escola fazia o necessário, pois havia matérias que não me interessavam”, conta Ana Lúcia. “Eu queria livros que fizessem sentido para mim. Queria que a professora tivesse o meu olhar infantil para escolher os livros e para ensinar aquilo que me interessava. Por que os adultos perdem esse olhar para ensinar as crianças dentro da escola? Por que a Educação não enxerga as crianças com os critérios necessários de aprendizagem?”, questionava.

    Os anos passaram e veio a formação em Letras pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas, com cursos de literaturas Portuguesa e Africana pela Universidade de Coimbra e Literatura Irlandesa pela Trinity College, em Dublin. Hoje, a frente de sua empresa de consultoria linguística, a Maestrello, Ana, como fruto de sua própria pesquisa, utiliza uma metodologia de leitura e produção de texto focada na aprendizagem do aluno.

    É ela quem cuida das propostas literárias para a Brinque-Book que você encontra no nosso site, junto a diversos títulos (basta ir na página do livro e ver o canal "Sugestão de atividades", logo abaixo a imagem de capa, está disponível). Para entender melhor essa iniciativa, que funciona como um caminho interessante e facilitador aos educadores, conversamos com a Ana e revelamos aqui a importância desse trabalho.

    [caption id="attachment_1238" align="alignnone" width="415"]setecachorrosamareloscapa Para o livro de Silvana Rando, Ana criou uma proposta literária muito bacana. Quer conhecer? É só clicar na imagem![/caption]

    Brinque-Book: Como linguista responsável por nossas propostas literárias, conte um pouco sobre o seu processo criativo.

    Ana Lúcia: Primeiramente, faço uma análise geral, desde o tamanho do livro, o tipo de letra, a textura da obra e, nesse momento, procuro me colocar no lugar da criança. Depois disso, verifico qual o efeito de sentido que a leitura do texto e as imagens podem provocar no aluno, ou seja, as possibilidades de interpretação. Esse é um exercício de empatia fundamental para o processo de criação. Depois disso, avalio a coerência entre escrita e imagem, estabeleço os objetivos de leitura que a obra proporciona e preencho as lacunas de compreensão para que essa leitura faça sentido para a criança por meio da técnica chamada antecipação linguística, um dos passos da metodologia Maestrello.

    Brinque-Book: Você fala em ferramentas inovadoras que orientam os educadores a trabalhar com os gêneros textuais. Que ferramentas são essas?

    Ana Lúcia: As ferramentas se resumem ao processo chamado de interlocução, ou seja, o leitor é inserido de forma ficcional na obra através de propostas de produção de texto norteadas pelos gêneros textuais – exemplos: bula, bilhete, biografia, tirinha e outras -, para que o aluno possa escrever como se estivesse brincando com o livro. Esses gêneros são definidos de acordo com a idade e segmento escolar. O objetivo dos projetos é proporcionar ao estudante a leitura lúdica, porém, o foco é a escrita lúdica e criativa. Eles também contemplam a interatividade entre o aluno e os colegas, entre professor e alunos e entre a obra e todos os envolvidos, inclusive a família, no desenvolvimento de todo o processo da leitura e produção de texto como ferramenta de aprendizado. Afinal, os projetos também envolvem momentos de diálogo sobre o tema e brincadeiras pedagógicas.

    Brinque-Book: Na sua proposta, literatura e pedagogia andam juntas ou esses temas, dentro da atividade, não se misturam?

    Ana Lúcia: Há uma mistura de várias vertentes: Literatura, Pedagogia, Psicologia e, principalmente, a Linguística, já que o objetivo dos projetos é elevar o nível de leitura e de escrita dos estudantes, de forma que haja um processo sistematizado e lúdico, como se fosse um curso, que contemple os gêneros textuais, bem como alguns conteúdos que possam se relacionar ao contexto da obra. Vejo como um problema separar áreas do conhecimento, pois isso pode limitar a leitura profunda do livro. O aproveitamento dele precisa ser visto como uma fonte de inesgotável de pesquisa, ou seja, o contexto ficcional das obras literárias pode ser utilizado para provocar no aluno caminhos de como estudar Matemática, Geografia, Ciências, entre outras disciplinas, através das propostas de produção de texto.

    Brinque-Book: De que forma uma proposta literária pode ajudar o educador a alcançar seus objetivos em sala de aula?

    Ana Lúcia: Como disse anteriormente, formatar o processo como curso/projeto dentro da grade curricular e utilizar o contexto ficcional como meio para contemplar alguns conteúdos das disciplinas ajuda o professor a atingir seus objetivos de ensino, pois é possível cumprir alguns conteúdos de forma diferente do sistema tradicional de ensino e fortalecer as habilidades de comunicação. Os leitores mirins “brincam de aprender”.

    Brinque-Book: Como fazer para que a proposta seja um caminho, mas não seja o único jeito de explorar esse livro? 

    Ana Lúcia: Os professores, bibliotecários, livreiros e qualquer profissional que trabalhe com leitura precisam conhecer os objetivos da leitura e da escrita dentro do contexto escolar. O maior problema que vejo é esse: leitura sem objetivo de ensino e a escrita sem objetivo de registro do conhecimento adquirido, ou seja, só conseguimos indicadores qualitativos da leitura se houver uma produção de texto sobre ela e a intervenção avaliativa do professor que ajude o aluno perceber o que há de problemático no texto dele.

    Brinque-Book: Se fosse para escolher um livro da Brinque-Book que tem uma proposta realizada por você, qual seria e por quê?

    Ana Lúcia: Para mim é muito difícil escolher uma única obra, pois todos os projetos são especiais e artesanais, o que promove um sentimento de maternidade em mim. Porém, houve o trabalho do livro “Os sete cachorros amarelos”, de Silvana Rando, que me marcou muito, pois consegui a partir dele formatar o caderno lúdico de produção de texto da Maestrello num dos colégios que presto consultoria. Foi fantástico o processo de criação, pois pude confeccionar esse material junto com os alunos, para que ele fosse funcional e atendesse especificamente o processo de aprendizagem.

    Clique aqui para ter acesso à proposta literária criada para o livro. E lembre-se: muitos outros títulos da Brinque-Book também têm sugestões. Basta estar na página deles, no nosso site, e verificar, logo abaixo a imagem de capa, se a opção "Sugestão de atividade" está disponível.

  • Educação na Primeira Infância

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    “A educação na primeira infância é uma etapa fundamental para o futuro de meninos e meninas, porque é quando ocorre um maior desenvolvimento cerebral e se estabelecem as bases para as aprendizagens, tanto cognitivas quanto psicomotoras e emocionais”, diz o encarte da Rede latino-americana pela Educação, a Reduca, que acaba de lançar uma campanha pela oferta com qualidade de educação voltada para crianças entre zero e seis anos.

    A campanha - marcada nas redes sociais como #‎EducacaoNaPrimeiraInfancia - acontece simultaneamente nos 14 países membros da rede na América Latina.

    Ao entrar no site, você pode ler mais sobre o programa e até participar dele, compartilhando nas suas redes e praticando no seu dia a dia as ideias e propostas que podem ser lidas online.

    Nós fizemos nosso cadastro e recebemos uma lista muito interessante de dicas. Quer ver?

    • Planeje atividades ao ar livre.

    • Converse sempre com a criança para ampliar o vocabulário dela.

    • Incentive a criança a engatinhar e a dar os primeiros passos, mas respeite o ritmo dela.

    • Estimule a criança a brincar desde os primeiros meses de vida.

    • Respeite o ritmo da criança para deixar as fraldas. Não pressione!

    • Respeite o ritmo da criança para começar a falar. Não pressione!

    • Busque promover o contato com a natureza e os animais.

    • Tenha cuidado na escolha dos brinquedos – verifique a idade sugerida.

    • Observe a criança enquanto ela brinca. Assim, você conhecerá as emoções dela, o modo como interage com o ambiente e com outras crianças, a sua coordenação motora, os medos, etc...

    • Não fale errado. As crianças aprendem por imitação.

    • Leia para e com a criança.

    • Crie e estimule um vínculo amoroso entre a criança e o profissional que será responsável por ela na creche ou na pré-escola.

    • Atenda as necessidades de seu bebê, converse com ele, sorria.

    • Prepare o ambiente com objetos coloridos e música suave.

    • Brinque. A brincadeira ajuda a criança a desenvolver suas habilidades motoras e cognitivas, como atenção, memória, imitação e criatividade.

    • Faça com que a criança desenhe, pinte com os dedos e brinque com massinha. São atividades que favorecem o desenvolvimento.

    • Incentive brincadeiras de faz-de-conta e observe o que elas estão revelando.

    • Apresente jogos com regras, ajudando a preparar a criança para atividades mais sociais.

    • Dê espaço para a brincadeira individual como a construção com blocos ou objetos diversos. Por meio desse tipo de atividade, a criança exercita a perseverança e a vontade de não desistir, de refazer, de tentar de novo.

    • Estimule sempre as atividades físicas em ambientes variados.

    • Cultive a curiosidade. Toda criança pensa e formula hipóteses. Não reprima essa disposição.

    • Relembre as experiências do dia. Antes de dormir, converse com a criança sobre o dia que tiveram, onde foram, o que viram e o que descobriram.

    Clique aqui para saber mais.

  • Esperamos vocês na Bienal do Rio

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    A Bienal do Livro Rio, uma celebração à leitura, à cultura e à diversão, completa 32 anos. Dos salões do Hotel Copacabana Palace, em 1983, aos atuais 55 mil metros quadrados do Riocentro, a Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro se transformou em um dos acontecimentos editoriais mais importantes do Brasil.

    De 3 a 13 de setembro, a Brinque-Book e a Escarlate esperam vocês no Pavilhão Azul, estande G01.

    Venha nos encontrar nesse evento que tem o livro como astro principal!

    17ª Bienal Internacional do Livro Rio

    3 a 13 de Setembro de 2015

    Horários de Funcionamento

    de setembro: 13h às 22h

    de setembro (feriado): 10h às 22h

    urante a semana: 9h às 22h

    ins de semana: 10h às 22h

    Local do Evento

    iocentro

    v. Salvador Allende, 6555 – Barra da Tijuca

    2780-160 – Rio de Janeiro – RJ

    Sugestões, dúvidas e comentários

    ienal@fagga.com.br

  • Mundo Livreiro com Josane Almeida Jacubovski

    [caption id="attachment_1125" align="aligncenter" width="400"]josane-1 Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação[/caption]

     

    A segunda entrevista do Mundo Livreiro, nossa seção/homenagem a esse profissional tão importante, fez uma conexão São Paulo - Rio e chegou em Nova Iguaçú. Ali vive Josane Almeida Jacubovski, "53 anos dois filhos que são o incentivo de sua vida."

    Josane vem de uma família de professoras ligados à literatura.  Apesar de não atuar há um bom tempo, ela é professora do Fundamental 1 e tem uma  verdadeira paixão pelo magistério. Com Curso de Português - Literatura, é leitora compulsiva e gosto especialmente dos livros para crianças. 

    Vamos saber mais sobre a vida e a rotina dela?

    Josane Almeida Jacubovski: Trabalho em uma distribuidora de livros, a LSM, uma empresa com ótima infra-estrutura e que fica a 40 quilômetros de onde moro. Visito colégios, creches e escolas em diferentes áreas: Centro do Rio, Tijuca, Zona sul, Méier, Barra da Tijuca, Recreio e Jacarepaguá.  Minha rotina de trabalho é bem intensa.

    Brinque-Book: De que forma a literatura infantojuvenil preenche a sua vida?

    Trabalho com o que gosto. Vendo um produto que acredito, que conheço e sou  apaixonada. Minha mãe sempre me incentivou muito. Sendo professora de Língua Portuguesa, nossa casa estava sempre recheada de livros paradidáticos. Eu era frequentadora assídua da biblioteca onde estudava.

    Com os meus filhos, aprendi que as crianças adoram livros e histórias. Dessa forma, passeiam em diferentes ideias e aprendem a ter outra visão de mundo. Tudo isso sempre fez parte da minha vida e preencheu meu tempo. Hoje, sempre que posso dou livros de presente. Incentivo meus 11 sobrinhos a estarem sempre em contato com a literatura. Procuro ser uma ponte para influenciar um novo leitor, e assim contribuir para a formação de indivíduos mais conscientes e atuantes. Sempre foi um ideal meu. Isto me faz sentir alegria e me enche de esperança.

    Quando entrou em contato com os títulos da nossa editora?

    Sempre ouvi falar da Brinque-Book, porém só me aproximei de verdade há pouco tempo, quando conheci a equipe, a empresa, sua filosofia e dependências. Fiquei maravilhada com tudo, principalmente com o lado humano e profissional das pessoas.  A qualidade dos livros, encadernação, ilustração, tradução... perfeito. Amei.

    E o que os livros da Brinque-Book representam para você? 

    Me impressiona a personalidade marcante de seus personagens: Gildo,  Ana, Olívia, Malu, Clara, Gabriel e muitos outros. A forma com que todos tratam os personagens cria intimidade e carinho, capaz de dar vida a cada um deles sem deixar de respeitar suas individualidades. Eles acabam fazendo parte da rotina das pessoas, o que nunca percebi em nenhuma outra editora. Acho que isso faz a diferença.

    Você tem algum livro favorito?

    O Beijo, de Valérie d’Heur. Um livro bem profundo com uma mensagem de amor e cuidado de mãe. Como isso é importante!

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    Focando em seu trabalho, já sabendo como a literatura preenche sua vida, quais papéis os divulgadores podem desempenhar nas atividades de fomento à leitura?

    Temos que desempenhar vários papéis, principalmente o de agente multiplicador. Quando lemos os livros, conhecemos as propostas pedagógicas oferecidas por cada um deles e conseguimos contagiar e suprir as necessidades do público que almejamos.

    Devemos estar sempre antenados com as mudanças e novidades de lançamentos para darmos segurança e firmeza aos leitores e usuários dos livros. Assim, devemos apoiar e suprir os professores e coordenadores em relação aos temas que norteiam e permeiam os projetos e trabalhos com as crianças e adolescentes.

    Devemos criar um clima de amizade e dependência entre o trabalho do professor e o nosso, de consultor literário. Somente dessa forma assumiremos um papel realmente importante na hora de semear o gosto, o amor e o desenvolvimento do hábito de leitura.

    Como você enxerga o hábito da leitura em casa e em sala de aula?

    O hábito e o prazer pela leitura devem começar em casa. Penso que os pais deveriam dar muito mais importância a este tipo de atividade em família, pois refletiria de uma forma direta e positiva nos trabalhos em sala de aula.  Seria prazeroso e uma excelente forma de dar atenção aos filhos.

    Acredito, por experiência própria, que as crianças amam livros desde bebês. Vai dos pais conseguir aproveitar o tempo livre para incentivar este gosto. Os que que leem para os filhos e compram livros estão colaborando com o professor na realização dos trabalhos pedagógicos.

    Já em sala de aula, é importante que o professor tenha uma visão de transformação e crescimento do aluno através da leitura. Um meio é fazer uso de uma literatura de qualidade, onde encontre textos e atividades que façam diferença na vida de cada aluno.

    O professor que vive preso a planos de aulas, que se arrastam por anos, sem mudanças e sem atrativos para o aluno, com certeza vai gerar resultados desastrosos. Precisamos de adolescentes e jovens que leiam e que sejam transformados por essas leituras. O ser humano precisa disso para crescer de um modo geral.

    De que forma os livreiros podem se preparar para se tornarem, mais do que vendedores de livros, verdadeiros divulgadores culturais?

    O livreiro, assim como o divulgador, deve conhecer o produto no qual estejam oferecendo. Deve ler e orientar os leitores, promover livros de qualidade e estar sempre atualizado e antenado com os lançamentos e novidades! Além disso, é importante promover eventos com a presença de autores e ilustradores nas escolas.

    Marly de Fátima Amaral Santos, livreira e minha amiga de muitos anos, é uma profissional que entende isso muito bem. Ela tem uma rotina de trabalho incansável e acaba me ajudando muito, pois é respeitada e reconhecida em muitas escolas por seu trabalho junto a professores e coordenadores pedagógicos. Sempre disponível e atenciosa, ela monta as Cirandas de Livros de uma forma consciente e eficaz. Conquistou um lugar diferenciado porque fez a diferença. A Marly é um exemplo de divulgadora cultural e seus eventos contam sempre com presença de autores, além de selecionar muito bem os livros com que trabalha.

    Acredito neste tipo de profissional que não fica estagnado esperando acontecer. Orientação é a palavra-chave para nos tornarmos parceiros literários e divulgadores Culturais.

    Com tanta experiência, o que você gostaria de dizer aos pais e professores que vão ler esta entrevista?

    Meu recado é simples. Sempre que puderem, comprem e priorizem livros. Leiam sempre. Leiam muito para as crianças de todas as idades. Presenteiem livros, pois renderão bons frutos. Façam da leitura um motivo para se reunir. Montem em casa um “cantinho feliz” ou uma biblioteca no quarto das crianças. A imaginação e a criatividade vão de encontro a tudo aquilo que a família precisa: amor e atenção.

    Aos professores, aproveitem a oportunidade que vocês têm de estar com tantas vidas e com tantos coraçõezinhos cheios de sonhos e desejos de conhecer o mundo. Façam disso uma experiência única e inesquecível para cada um deles.

    Obrigada, Josane! Foi um prazer conhecer um pouco mais sobre você e uma felicidade saber que contamos com você no Rio de Janeiro, nesse processo lindo e firme que é levar a boa literatura para as crianças do Brasil.

  • A Menina que Indica Livros

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    Catarina Bertulucci Trigo, a Menina Que Indica Livros, tem 8 anos e está cursando o 3º ano do Ensino Fundamental 1. Em 2014, suas amigas começaram a fazer vídeos tutoriais de maquiagem. Foi quando ela pensou em divulgar também algo que realmente gostava: o mundo da leitura.

    Segundo a mãe, Carla, era apenas para a família e amigos. "Até que a coordenadora viu e se encantou, solicitando uma entrevista com ela para o site da escola, incentivando ainda mais o projeto", conta ao Blog da Brinque-Book.

    Hoje, a garota conta com uma página pública na rede social, mais de 1.700 seguidores e sente-se muito feliz quando as amigas pedem os livros emprestados. Ela mantém um controle de nome e data em pasta, e a mãe até brinca: "Acho que vou precisar de um curso de biblioteconomia para ajudá-la."

    A seguir, uma entrevista concedida ao nosso blog pela Menina Que Indica Livros.

    Brinque-Book: Como ou com qual livro você descobriu que adorava ler?

    Meus pais sempre leram comigo. Mas descobri que queria ler mais quando conheci a coleção da Bibi.

    O que a biblioteca da escola representa pra você?

    Para mim, a biblioteca representa um espaço de mais conhecimento. Na hora do recreio, eu sempre vou até lá procurar alguma novidade. E às vezes a professora leva a turma toda para levar um livro para casa.

    Você fala sobre livros com os amigos? Trocam dicas?

    Sim. Tenho mais duas amigas que sempre pedem meus livros emprestados. E a gente conversa sobre eles. Também conversamos sobre algum livro que ganhamos.

    Qual seu gênero predileto, ou que tipo de história mais lhe agrada?

    Gosto de aventuras e suspense. Adoro os livros em forma de diário.

    Que livro da Brinque-Book ou da Escarlate você conhece e gosta? Por quê?

    “O ratinho, o morango vermelho maduro e o grande urso esfomeado” é um livro muito especial pra mim, porque foi um dos primeiros livros que consegui ler sozinha.

    Quantos livros você lê por semana?

    Leio de dois a três livros por semana. Depende de quantas páginas eles têm.

    Como foi que pensou na ideia de indicar livros na internet?

    Um dia, conversando com minha mãe e meu pai, eu disse que gostaria de contar no Facebook sobre os livros que eu lia, e assim criar minha biblioteca em casa, para emprestar os livros para meus amigos. Eles me apoiaram.

    No começo, os vídeos eram só divulgados na minha página pessoal, para amigos e familiares. Depois que a coordenadora da minha escola se interessou pelo meu projeto e divulgou no site da escola uma entrevista que minha professora fez comigo, comecei a receber vários convites de amizade. Então, pedi para meus pais criarem uma página pra mim. Então, nasceu “A menina que indica livros”.

    Como você escolhe os livros que vai apresentar?

    Escolho livros que tenham histórias interessantes, que sei que meus amigos vão gostar também. A maioria deles eu tenho na minha estante, para emprestar. A não ser quando indico livros que peguei na biblioteca ou emprestei de algum amigo. Mas só indico livros que realmente gosto.

    Na livraria ou biblioteca, você escolhe o que ler ou normalmente vai nas dicas de seus pais ou professores? Ou as duas coisas?

    As duas coisas. Gosto de receber dicas, fico curiosa quando me falam de algum livro e vou logo procurar. Mas também gosto de escolher, observar as ilustrações e o resumo da história.

    Que dicas você dá às crianças que não gostam muito de ler livros?

    Eu sugiro que comecem com livros pequenos, de histórias rápidas. E que leiam com alguém, para que um ajude o outro a não parar o livro pela metade.

    Sugiro também que acompanhem minha página, pois adoro fazer novas amizades!

    Obrigada!

    Beijinhos da Cacá.

    A Brinque-Book e a Escarlate que agradecem a entrevista. Parabéns, Cacá!

  • Gigantossauro para brincar

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    abeçudo, Zinho, Bolão e Miúdo são pequenos dinossauros que estão em busca de diversão pela floresta. Antes de partirem para mais uma aventura, suas mães aconselham: “Cuidado com o GIGANTOSSAURO, ele é feroz e irado! Seus pés fazem TUM! Sua boca faz TCHUM! E aí, bem ligeiro, ele engole você por inteiro”!

    Além do livro superdivertido sobre um dos temas preferidos dos pequenos leitores, rodeado de suspense, aventura e com uma aba surpreendente no final, temos aqui no blog duas atividades para vocês imprimirem e brincarem com as crianças.

    Para quem quiser aproveitar e treinar o inglês, recomendamos ainda o site do autor, de onde traduzimos os PDFs originais. Cliquem nas imagens para ampliar a resolução e divirtam-se!

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  • Obax, da sala de aula para casa

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    Um dos melhores presentes que podemos receber é o reconhecimento e o carinho dos nossos leitores, que através de nossos livros exploram outros mundos e se divertem, aprendem e se desenvolvem com olhares, emoções, trocas entre amigos, familiares e educadores.

    Por isso, queremos agradecer ao Colégio Sinodal, em Portão, Rio Grande do Sul, por ter compartilhado com a gente essa experiência que fez Obax atravessar a sala de aula.

    Aproveitamos ainda para parabenizar o autor André Neves, que tanto nos inspira com essa história. E assim, repassamos a ele toda a "admiração e os parabéns pela bela obra e ilustrações", como nos pediu Vanessa Murussi, responsável por fazer com que essa mensagem chegasse até nós.

    Clique na imagem abaixo para ler em melhor resolução.

     

    Obax - Sinodal

  • Café Brinque-Book no Rio de Janeiro

    WP_001546 Lá se foi mais um encontro especial com educadores! E desta vez, no Rio de Janeiro! Em parceria com a Capital das Letras, o dia 23 de maio foi recheado de boas histórias e trocas entre os participantes e os convidados. De acordo com nosso divulgador escolar no Rio de Janeiro, André Alves, o autor Fábio Sombra (A Lenda do Violeiro Invejoso) contou várias histórias de sua infância no interior de Minas Gerais, e como isso moldou sua profissão. WP_001576 Além das falas inspiradoras, ele puxou sua viola e tocou para mostrar o Duelo do mestre Balbino e Juvenal Brás, que faz parte de sua obra lançada pela Escarlate. Para Sombra, "não podemos escrever sobre a cultura popular brasileira, sem sair pelo Brasil a fora". Se quiser saber mais sobre suas andanças, leia a entrevista concedida ao nosso blog. WP_001529 Já a convidada Debora Samori, educadora e mestre em Educação pela USP, especialista em Didática da Alfabetização e Formação de Professores, trouxe maravilhas de suas referências acadêmicas, traçando um paralelo entre gêneros e movimentos literários, em torno da realidade escolar. Ao fazer uma leitura de As 14 Pérolas da Sabedoria Sufi, com texto de Ilan Brenman e ilustração de Ionit Zilberman, Débora revelou: "Somos levados ao Oriente Médio apenas com a descrição das paisagens, dos cheiros e dos habitantes." WP_001582 Se você participou do nosso encontro, deixe um comentário aqui para compartilhar com nossos leitores o que mais chamou sua atenção. Aos interessados no nosso Café Brinque-Book para educadores, fiquem de olho na nossa página do Facebook, onde em breve forneceremos informações do próximo. Obrigada a todos que compareceram e até o próximo!

  • Faça parte do misterioso Clube dos Caçadores de Códigos

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    Cody, Quinn, Luke e M.E. adoram brincar com códigos. Na verdade, eles gostam tanto de códigos, que têm seu próprio clube particular, com um esconderijo secreto e senhas que mudam a cada dia. Quando Cody recebe um e-mail misterioso, que faz alusão a um tesouro na ilha de Alcatraz, o clube mal pode esperar para começar uma verdadeira caçada às pistas.

    O segundo volume da série O Clube dos Caçadores de Códigos traz uma aventura perfeita para jovens leitores do selo Escarlate.

    Se você ainda não conhece o primeiro livro, vale a pena clicar aqui. Ambos são interativos e, a partir de diferentes códigos no texto, fazem com que as crianças desvendem as mensagens e sigam entretidas e concentradas na leitura.

    Além disso, preparamos um material exclusivo para quem quiser fazer parte do misterioso Clube dos Caçadores de Códigos. É só baixar o arquivo neste link, imprimir e personalizar com seus dados e foto.

    Para os realmente bons caçadores de códigos, a brincadeira continua com cartões, que podem ser impressos através deste link. Uma dica: recorte e plastifique cada carta para levar na mochila. Outra dica: vai ser ainda mais divertido para quem convidar seus amigos para entrar no Clube e fazer parte dessa aventura também.

    Quer ler o primeiro capítulo do livro 1? Clique aqui.

    Para saber mais sobre os dois volumes, visite nossa livraria virtual aqui.

     

  • Brinque-Book entrevista: Silvia Catunda, professora de língua portuguesa do Colégio Santa Cruz

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    "Eu sou professora de língua portuguesa, estou no Colégio Santa Cruz há 17 anos e atualmente trabalho com os alunos numa aula de leitura. Minha história com os livros começou desde que me entendo por gente. Quando era pequena, depois do jantar, meus pais liam pra gente – meus três irmãos mais novos e eu. Era uma delícia, uma das melhores lembranças da infância. Assim que aprendi a ler, comecei a frequentar uma biblioteca do bairro e lia um livro por semana. Viajava, sonhava, sofria e adorava, sempre. A leitura me deu suporte para enfrentar todas as grandes dificuldades que tive – pouco sociável, até hoje, eu tinha nos livros os melhores amigos... Entrei na USP para estudar literatura, sânscrito e grego, mas no meio do caminho me apaixonei e fui morar no Rio, onde cursei a UERJ. Sempre cercada de livros, acabei me tornando professora."

    ssim começamos a entrevista com a educadora Silvia Catunda, que por email bateu um papo com o Blog da Brinque-Book e revelou temas, memórias e caminhos inspiradores sobre ser leitor. Silvia, além de professora de língua portuguesa com 17 anos de Colégio Santa Cruz, em São Paulo, garimpa boas leituras para a biblioteca do colégio e resenha livros em seu blog, Caldo Literário.

    Brinque-Book: O que as crianças desenvolvem por meio da leitura, da literatura e da contação de histórias?

    Silvia Catunda: O que eu vejo na prática lá na escola é que a leitura é uma decodificação do universo em que vivemos. Ler é o jeito mais simples de entender, sem ter tido a experiência ainda, por N motivos, de vivenciar os nossos problemas, os dos outros, em diversas perspectivas. Acho que a leitura socializa, insere e também diverte, acolhe.

    Vejo meninos e meninas na escola que têm questões de relacionamento e sobrevivem na leitura. O emocional vai se desenvolvendo de maneira diferente, mas eles vão ganhando respaldo, exemplos sem fim e acabam se arriscando mais. Ao longo do ano, a gente vê que mesmo aquele que é considerado meio nerd demais, acaba sendo admirado pela visão que apresenta de um ou outro fato, da segurança que apresenta ao falar de universo que muitos desconhecem, mas depois vão em busca de conhecer. Então, quando eles contam histórias, ou os populares contam, ou os reles mortais da zona do agrião, todos somos os mesmos: queremos saber mais, o que aconteceu, como assim? E se... Mas e depois?

    É uma delícia, porque eles se apropriam das histórias, viram coautores e os ouvintes ficam ávidos para ouvir o restante. Muitas vezes, uma situação acaba se destacando, as perguntas vêm e a história do livro se perde porque eles trazem à baila as relações e reações que teriam se...

    Delícia. As páginas viram a casa, a família, o universo inteiro.

    No seu dia a dia, como é o trabalho que realiza com livros? Como as obras estão presentes nas atividades escolares de seus alunos?

    Sinto que sou imensamente privilegiada nessas aulas de leitura. Para começar o espaço é uma delícia: uma sala pequena, com um tapetão e várias almofadas, cercado por um acervo com cerca de quatro mil livros. Um expositor enorme, em que colocamos as novidades e os livros mais lidos, para chamar a atenção dos alunos e conversa, muita conversa. Na verdade, contação de histórias.

    Cada aluno apresenta um trecho daquilo que está lendo. Há alguns que se destacam pela memória, outros pela capacidade de entreter os colegas, outros pelo talento de narrar qualquer coisa. A gente percebe no olhar e nos suspiros a vontade de saber mais, de ouvir mais e aí eu interrompo o sonho para instigá-los a ler e saber o restante.

    Nas aulas de leitura, eles podem escolher o livro que quiserem. Os próprios colegas acabam se incitando e sugerindo. Muitas vezes, eles recorrem a mim para ajudar na escolha e assim vai. Nas aulas em classe, alguns exemplares são escolhidos para uma leitura acompanhada, com trabalhos e avaliações. Nessa hora, eu apresento a eles dados sobre os autores e suas obras. É um diálogo bem interessante.

    Ler em casa e ler na escola é muito diferente. Por quê?

    Não sei se é tão diferente. Não sei se posso responder essa questão, porque, nas aulas de leituras, eles leem o que querem, no ritmo de cada um. Assim, muitos livros vêm de casa, acabam “pegando” e a biblioteca compra, pois a procura é grande.

    Acho que como discutimos muito as leituras, eles conseguem perceber o que é uma leitura adequada para a faixa etária deles e o que não é. Quando fazem uma escolha aquém do esperado, eles mesmos já se justificam, dizendo que é só pra distrair...

    O que eu acho muito legal nesse processo é que eles vão adquirindo um gosto leitor. Tem aqueles que preferem o bobajol, o escatológico, os que preferem as leituras informativas, as séries, e aos poucos, vão ficando fãs de autores. Passo de entrada para o aprofundamento nas leituras.

    De que forma professores podem estimular o hábito leitor? E os professores, de alguma maneira, são responsáveis por plantar essa sementinha em seus alunos?

    Creio que essa questão está respondida na anterior. Na maioria das turmas, entre 28 e 29 alunos, há no máximo dois ou três que não leem. Os demais têm um bom ritmo de leitura e creio que essas aulas de leitura são responsáveis por esse interesse. A discussão que surge, o extrapolar o livro e entrar na vida mobilizam muito. Quando eles percebem que não estão mais discutindo apenas uma história, mas alguns valores se sentem importantes, conscientes. Isso é lindo!

    Os professores têm esta responsabilidade sim. Plantar as sementes, instigar, provocar é fundamental para despertar a curiosidade. Depois disso, é moto perpétuo.

    Na sua opinião, o que é um bom livro para crianças? O que ele precisa ter?

    Um bom livro para crianças é aquele que prende, que instiga, que ajuda a criança a fazer relações e ampliar a leitura do mundo. Quando ele compara algum fato ou personagem com a família, ou a escola ou qualquer outro circuito de vida, ele começa a reler o mundo. E também se posiciona.

    Creio que o entendimento da vida deve ser o sumo da leitura. Isso as histórias precisam ter: humanidade e reflexão. A criança precisa ler aquilo que a mobiliza, que faz entender o que é o espaço em que ele vive.

    Há muitos estilos, coleções, séries e tudo mais. Alguns se mobilizam com o escatológico em primeiro lugar e depois saem dessa baboseira e ingressam aos poucos em leituras mais sérias, mas condizentes com o seu universo. Os mais fantásticos livros e coleções trazem inquietação e o necessário: e se... fosse comigo, e se ele fizesse... e se ele não tivesse feito... Os monstros, os objetos mágicos, os bichos, os amigos, os traidores, os vilões estão presentes no nosso cotidiano, só nos falta identificá-los, a leitura é a porta de entrada para tanto.

    Você tem um blog, onde resenha obras. Por favor, nos conte como faz essa seleção e o que leva ou não para o canal?

    Eu trabalho para a biblioteca do Santa Cruz. Eles recebem uma infinidade de livros e eu escolho alguns ao acaso, pela capa, pelo nome, pelo autor, pela editora, sei lá... Vou lendo e resenhando. Aqueles que não gosto, não leio até o final. Avanço um pouco para saber se não é preconceito meu e deixo de lado. Não acho muito legal desmerecer o trabalho dos outros.

    Assim, não publico o que não gostei de verdade. Sou responsável pela escolha dos livros que ficam no acervo do quarto e quinto ano do Fundamental 1 e alguma coisa para o acervo da biblioteca central. O que me impressiona é a quantidade de autores e bons textos que tenho lido.

    Quais livros da Brinque-Book ou da Escarlate fazem parte do seu repertório, da sua formação? O que eles têm de especial?

    Uma das editoras que eu olho pra selecionar o livro é a Escarlate/Brinque-Book. A escolha dos títulos além da qualidade das ilustrações que são primorosas, em boa parte deles, são motivadores para a escolha.

    Para os maiores, a coleção As 14 pérolas, As aventuras e A Ilha de Nim, Como viver para sempre – maravilhoso!, A lenda do violeiro invejoso, entre outros. O que têm de especial é o conteúdo: rico, faz a gente pensar na vida, tem tudo aquilo que eu acredito ser necessário para ampliar horizontes.

    O que mais você gostaria de dividir ou dizer sobre o seu trabalho e a importância dele na formação literária para uma criança? Tem algum projeto, atividade ou pensamento que você acredita que pode inspirar outros professores?

    Tenho vontade, muita vontade, de iniciar um curso de contadores de histórias. Estou pensando em escolher alguns contos das Mil e uma noites, pedir para os alunos estudarem bem e depois colocá-los para contar, gravar e doar os CDS para a Fundação Dorina Nowil. As crianças são boas contadoras de histórias e os cegos merecem escutá-las também. Mas, por enquanto, a ideia ainda não está em prática.

    Obrigada, Silvia, por compartilhar com a gente cada pensamento inspirador. E parabéns por seu trabalho e essa paixão por fazer com que a boa literatura chegue às crianças.

  • Café Literário no Rio de Janeiro: um convite da Brinque-Book para educadores

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    Mais um Café Brinque-Book/Escarlate se aproxima. Desta vez,  em parceria com a Capital das Letras, vamos realizar um encontro para educadores no Rio de Janeiro.

    Será no dia 23 de maio, às 10h30, e contará com a presença do autor Fábio Sombra (A Lenda do Violeiro Invejoso) e de Debora Samori, educadora e mestre em Educação pela USP, especialista em Didática da Alfabetização e Formação de Professores.

    Quer participar do Café? As vagas são limitadas, e portanto sugerimos que você faça sua reserva por email o quanto antes! O prazo final é 10/5!

    Para qual email enviar:  escola@brinquebook.com.br

    O que colocar no email: nome completo; contato; cargo; escola ou instituição em que trabalha. Feito isso, por favor aguarde a nossa confirmação.

    Este convite é válido somente para educadores no Rio de Janeiro interessados em comparecer ao evento.

  • 28 de abril: Dia da Educação

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    Poderíamos escrever centenas de coisas sobre o poder transformador da Educação e dos profissionais envolvidos nesse processo, tão respeitado por nós da Brinque-Book.

    Hoje, 28 de abril, é o Dia da Educação, um direito fundamental que ajuda no desenvolvimento de cada indivíduo.

    O site Educar para Crescer listou o que uma educação de qualidade oferece à sociedade.

    Clique aqui para conferir e compartilhar a importância de algo muito impactante na nossa vida.

  • Bate-papo com Tor Freeman, autora de Olívia

    Você já deve ter ouvido falar da Olívia e seus amigos. Da primeira vez que apareceu na Brinque-Book, a personagem da autora e ilustradora britânica Tor Freeman tinha um segredo enorme para guardar. Agora, Olívia retorna um pouco diferente, com um mau humor danado, mas que tem solução.

    Em ambos os livros, um dos pontos fortes é o humor, que ganha as páginas em diálogos originais e traços cheios de personalidade. Quer saber mais sobre Tor Freeman? O blog da Brinque-Book bateu um papo com ela, como você vê abaixo.

    Depois de ler a entrevista, aproveite para relembrar as histórias e imprimir as atividades que preparamos para você!

     

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    Brinque-Book: Como foi que seu interesse pela arte foi parar nos livros ilustrados?

    Tor Freeman: Sempre fui interessada em arte e acabei me formando na Universidade de Kingston, nos arredores de Londres, em 1999. Antes mesmo de começar o curso eu já sentia que gostaria de trabalhar com livros para crianças. Durante o curso, tive um módulo sobre o tema e me apaixonei.

    Nos seus livros, os personagens geralmente são animais. Conte um pouco sobre essa escolha.

    Acho que isso acontece porque tenho uma grande liberdade de ser engraçada e intensa com eles. Eles podem ser próximos das crianças, ter aparência ou comportamento mais infantis e também podem fazer coisas que no mundo real as crianças não podem fazer. Você entende que eles são inocentes, mesmo que estejam em situações mais extremas, sem arriscar comparações negativas com a vida real. O que vemos nessas histórias não nos trazem preocupações, apenas diversão.

    Por isso a expressividade é sempre algo marcante no seu trabalho?

    A expressividade do desenho é uma das minhas coisas favoritas. Isso é mais um ponto que faz com que eu goste de trabalhar com personagens animais. Fica interessante e cômico exagerar o comprimento do corpo e dos rostos.

    Quais são as influências que ajudaram na sua formação como ilustradora?

    Eu cresci desenhando o tempo todo, como eu acho que a maioria dos ilustradores fazem. Então comecei a ler os quadrinhos de Bill Watterson, Walt Kelly e Gary Larson. Originalmente, eu queria ser cartunista, mas, em seguida, depois de descobrir a obra de Maurice Sendak (ainda adolescente), me inspirei a fazer livros infantis. Eu acho que neles existe uma licença incrível para produzir arte real, que pode ser significativa e engraçada, e tocar um público extremamente importante: as crianças.

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    Malu contou um segredo para a Olívia, que prometeu não contar para ninguém. Mas alguns segredos são grandes demais para uma gata só… Será que Olívia vai conseguir manter sua promessa?

    Clique aqui para ver o título na nossa livraria virtual.

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    Acontece com todo mundo: às vezes o mau humor derruba as pessoas sem uma boa razão. Quando Olívia percebe que este não é um bom dia, ela não se importa em dividir os sentimentos com todos os amigos que encontra: ela não quer brincar com Malu, acha o chapéu de Dudu “molenga como uma panqueca”, grita com Zeca e ignora Lola. E assim é, até Olívia dar de cara com uma loja de doces. Com um saco de “minhocas” de jujuba em mãos, Olívia fica mais doce. Quanto mais balas come, melhor ela se sente. Logo, ela cumprimenta alegremente seus amigos, que agora estão chateados. . . Será que as jujubas terão o poder de animá-los também?

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    Quer brincar com a Olívia? Imprima as imagens abaixo. Se quiser compartilhar a brincadeira com a gente, é só enviar uma foto por mensagem na nossa página do Facebook.

     

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